domingo, 6 de setembro de 2009

Metrô de Brasília

Brasilia metro orders Metropolis trains

24 July 2009
Alstom Metropolis metro train in Bercelona.

BRAZIL: Alstom Transport signed a €110m contract on July 23 to supply the Brasilia metro with 12 four-car Metropolis trains and to upgrade the existing rolling stock and infrastructure for automatic train operation.

Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social is providing an R$260·3m loan to the Federal District to part-fund the R$325m investment programme. The stainless steel trains will be manufactured at Alstom’s Lapa site in São Paulo, with deliveries to start in 2010.

The Brasilia metro currently has 20 four-car trains. The additional rolling stock and automatic train operation will allow a reduction in headways from 4½ to 3 min, doubling capacity to around 300 000 passengers/day.

The current 42 km network consists of the Green and Orange lines, which share a common section from Central to Aguas Claras and have a total of 23 stations. Work is underway to expand the network to 49 km and 34 stations in 2011.


Railway Gazette

Aeroporto Santos Dumont

POUSO FINAL

Santos Dumont ficará fechado durante a noite, e Rota 2 será usada apenas quando necessário

Publicada em 04/09/2009 às 21h40m

O Globo
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RIO - Dentro de 15 dias, o Aeroporto Santos Dumont passará a ficar fechado entre as 22h30 e 6h, e a Rota 2 - usada por aviões em procedimento de pouso, sobrevoando oito bairros da Zona Sul e do Centro - será ativada apenas quando as condições atmosféricas forem desfavoráveis para o uso Rota 20, que passa sobre a Baía de Guanabara. As medidas ficaram decididas após quase quatro horas de reunião nesta sexta-feira entre o Instituto estadual do Ambiente (Inea), a Infraero, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea).

(Confira o infográfico com os trajetos das aeronaves)

Na segunda-feira, o Inea havia determinado a suspensão dos voos entre 22h e 6h e do uso da Rota 2 de pouso, além de arbitrar uma multa no valor R$ 25 mil a cada transgressão da Infraero constatada pelos fiscais. No entanto, segundo a secretária estadual de Meio Ambiente, Marilene Ramos, a multa de R$ 25 não será mais aplicada, porque a reunião teve resultado positivo, com todos os órgãos se comprometendo a cumprir as normas.

- Entendemos as ponderações técnicas. Sempre que o vento soprar da terra para o mar, provocando condições desfavoráveis para a Rota 20, a Rota 2 poderá ser utilizada. Essa condição acontece em média em 30% das operações de pouso no Santos Dumont. O Decea é um órgão de conduta ilibida e não há desconfiança da nossa parte de que o acordo será desrespeitado - disse a secretária.

A reunião desta sexta-feira foi marcada a pedido do Ministro da Defesa, Nélson Jobim, para solucionar o problema do ruído causado pelos voos noturnos da Rota 2, motivo de inúmeras reclamações de moradores de oito bairros do Rio de Janeiro e também de Niterói.

Também ficou acordado que o Santos Dumont terá que diminuir o volume de voos nos horários de pico, entre 10h e 12h e entre 19h e 21h. Atualmente, ocorrem, em média, 23 pousos e decolagens por hora nestes intervalos, mas, dentro de 30 dias, serão permitidas apenas 19 operações.

Havéra ainda uma tolerância de 30 minutos para a chegada dos voos (até as 23h). Aqueles que ultrapassarem este limite serão desviados para o Aeroporto Internacional Tom Jobim, assim como ocorrerá aos voos excedentens dos horários de pico.

Licença para operação só será concedida após estudos sobre ruídos

Na terça-feira que vem, técnicos da Infraero se encontrarão com os do Inea para estabelecer critérios de um estudo de medição de ruídos nos oito bairros afetados pela Rota 2. O trabalho será feito para que a Infraero consiga a liberação da licença de operação. Antes disso, nesta terça, a Infraero receberá a licença de instalação, após o pagamento da compensação ambiental pelas obras de ampliação. O valor equivale a 0,5% do custo total da obra (R$ 300 milhões).

- A licença de operação só será emitida após a conclusão do estudo de ruído, o que pode durar até seis meses. Quanto a multa aplicada pelo Inea, de R$ 250 mil, a Infraero recorreu à Justiça - disse o presidente do Inea, Luiz Firmino.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Rio de Janeiro

Rio Branco fechada ganharia dois mergulhões

O Globo, Isabela Bastos, 03/set

O projeto da prefeitura de transformar a Avenida Rio Branco num imenso parque de dois milhões de metros quadrados deverá fazer com que o Centro ganhe mais dois mergulhões, a exemplo da Praça Quinze. Eles seriam construídos nas interseções da Rio Branco com as avenidas Nilo Peçanha e Almirante Barroso. Os carros oriundos dessas vias usariam passagens subterrâneas a caminho da Rua da Carioca e da Avenida Chile.

O projeto, apelidado de Rio Verde, prevê ainda a construção de pelo menos duas grandes garagens no subsolo, para compensar a restrição ao tráfego na avenida e a proibição do estacionamento na superfície.

Concessionário terá que conservar todo o espaço

O número de vagas e a localização dos estacionamentos subterrâneos ainda serão estudados, mas a Rua México e a Avenida Graça Aranha estão cotadas.

Segundo o secretário municipal de urbanismo, Sérgio Dias, o projeto pretende garantir que o vencedor da licitação para a construção do parque se comprometa com a manutenção de todo o espaço. O objetivo é evitar problemas de conservação como os do mergulhão da Praça Quinze e de outras áreas públicas. Em troca, o concessionário teria o direito de explorar as garagens e os serviços de bicicletas, carrinhos elétricos e ecotáxis previstos na concepção do parque.

- Eles poderão explorar garagens, bicicletas, carrinhos e outros serviços, mas terão que manter gratuitamente esteiras rolantes, por exemplo - disse o secretário.

Dias informou ainda que o projeto não inclui os 500 metros iniciais da Rio Branco, entre a Praça Mauá e a Candelária, porque o trecho será importante na reorganização do trânsito prevista na revitalização da Zona Portuária. Já os ônibus que hoje passam pela Rio Branco circulariam pelas avenidas Passos e República do Paraguai.

Mas a opção de seguir pela Avenida Presidente Vargas até o mergulhão da Praça Quinze não deixaria de existir.

O projeto de fechamento da Rio Branco, com diminuição de 70% da frota de ônibus na região, dividiu opiniões de urbanistas, arquitetos, engenheiros e representantes de entidades comerciais, de transporte e da sociedade civil. Parte dos entrevistados apontou os aspectos positivos que a redução da circulação de veículos traria para o meio ambiente, como a diminuição da emissão de gases poluentes.

Já outros alertaram que o projeto precisa prever alternativas de transporte público de massa, que compensem a retirada dos coletivos e permitam a reorganização das ruas, diminuindo os engarrafamentos.

Câmara dos Dirigentes Lojistas elogia o projeto

O assunto também dividiu os leitores do GLOBO na internet. Numa enquete em que o site perguntava se o fim dos carros na Rio Branco faria bem à cidade, 49,76% dos 1.509 internautas se mostraram a favor do parque e da restrição aos veículos, sob o argumento de que o trânsito do Centro já está saturado e a medida diminuiria a poluição.

Outros 50,23% alegaram que o fechamento da Rio Branco sobrecarregaria outras vias. Os que se colocaram contra a ideia apontaram o transporte público como um obstáculo.

O presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas do Rio, Carlos Monjardim, aprovou a ideia do parque. Segundo ele, as mais de 400 lojas de rua que funcionam hoje somente ao longo da Rio Branco só teriam a ganhar com a iniciativa. Ele ressaltou ainda que, junto com a revitalização da Zona Portuária, o fechamento da avenida poderia dar um impulso econômico relevante ao Centro da cidade.

O presidente do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea-RJ), Agostinho Guerreiro, classificou a proposta de ousada. Ele acha importante que a prefeitura discuta o assunto com especialistas e submeta a ideia à avaliação pública. O arquiteto e urbanista Canagé Vilhena considerou a redução e reorganização das linhas de ônibus um dos pontos mais importantes.

Ele comparou a proposta ao "bota abaixo" realizado pelo prefeito Pereira Passos, no início do século passado, para abrir a antiga Avenida Central, depois rebatizada de Rio Branco.

O historiador Milton Teixeira lembrou que grandes cidades em outros países já tiveram experiências bem-sucedidas nesse sentido, como Boston, nos Estados Unidos, que transformou sua principal avenida num grande bulevar: - É uma mudança radical no Centro. Vai precisar de um trabalho de reengenharia de trânsito muito bom.

TAV

Sai a modelagem financeira do TAV

03/09/2009

O Ministério dos Transportes e a ANTT publicaram hoje no sitewww.tavbrasil.gov.br a modelagem financeira do projeto do Trem de Alta Velocidade Rio-São Paulo-Campinas, peça fundamental para edital de licitação da concessão. A modelagem reconhece que no mundo inteiro o custo dos empreendimentos foi sempre custeado por recursos públicos, com exceção de um pequeno trecho entre a França e a Espanha, construído em PPP. Mas que no Brasil o grosso dos investimentos (RS$ 20,9 bilhões dos 34,6 previstos) será financiamento da União com prazo de 30 anos, juros de TJLP mais 1% e carência de cinco anos e meio. O restante será coberto por financiamento à exportação do país fornecedor da tecnologia (R$ 3,4 bilhões), mais capital público (R$ 3,4 bilhões) e capital privado (R$ 6,9 bilhões). Veja a íntegra da modelagem emhttp://www.tavbrasil.gov.br/ModelagemFinanceira.asp .

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

VLT de Brasília

JORNAL DE BRASILIA

01/09/09

Incentivo a vias alternativas

O secretário de Transportes, Alberto Fraga, sugere que os motoristas usem principalmente a Estrutural, que flui em apenas uma direção nos horários de pico. Apesar de cheia, a Estrada Parque Núcleo Bandeirante (EPNB) também é sugerida por Fraga, que diz estar consciente do transtorno. "Temos reiteradamente pedido desculpas à população, mas não há como fazer a obra de outra forma", explica o secretário.

A obra que começou ontem vai unir o antigo viaduto a três novas faixas de rolagem que estão sendo construídas ao lado, formando uma nova passagem com seis pistas em cada direção.

Alberto Fraga defende a interdição que, além de necessária para o cumprimento do cronograma de implantação da Linha Verde - que deve ser inaugurada em abril do próximo ano -, evita acidentes graves num viaduto em obras. Segundo ele, as grandes máquinas e o material pesado usados na ampliação do local poderiam colocar em risco a integridade dos motoristas que passam por lá.

O taxista Élson Azevedo sabe que o trânsito na via está pior que o normal, mas não tem alternativa. "Eu saio de Taguatinga e dependo dos passageiros", diz ele. "Não vou sempre para o mesmo lugar, tenho que levá-los onde eles querem ir". Apesar de raramente poder optar, ele diz usar muito a Estrutural como alternativa. Élson também concorda com o secretário de Transportes. "Fica muito pior agora, mas no futuro o trânsito vai melhorar", lembra ele.

PACOTE INCLUI VLT

As obras de implantação do Brasília Integrada - novo sistema de transporte público do DF, do qual a Linha Verde faz parte - não se resumem à ampliação da EPTG. Muito em breve devem começar as obras de implantação do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) na W3 Sul. Para marcar o lançamento oficial, o GDF está preparando um grande evento para o feriado de 7 de Setembro, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do presidente da França, Nicolas Sarkozy.

O lançamento vai acontecer no estacionamento do Setor Comercial Sul, em frente ao Shopping Pátio Brasil. Lá será montado um tablado, onde um dos trens que irá circular pela W3 ficará exposto por tempo indeterminado. "Tivemos que tomar 21 vagas de estacionamento, mas vai ser uma grande exposição", explica Alberto Fraga.

Com as obras do VLT, o mesmo estacionamento deve dar lugar a uma praça, que se estenderá até o shopping do outro lado da W3. A via será subterrânea nesse trecho, assim como em frente ao Brasília Shopping, do lado norte, onde uma praça semelhante também será construída. Mas, segundo o secretário de Transportes, as obras ainda não têm data para começar. "Estamos tirando todos os entraves. A licença pode sair já nos próximos dias", garante Fraga.

TAV

Por que o TAV é necessário?

02/09/2009 - Canal do Transporte

Domingos J. Minicucci - Vice-diretor do Comitê Ferroviário do Congresso SAE BRASIL 2009

Ouvimos com frequência, nos meios de comunicação, que o Brasil irá integrar um seleto grupo de países que terão trem de alta velocidade, como se isto fosse apenas um marco para identificar o nosso País como aspirante ao primeiro mundo, ou apenas uma necessidade para a Copa do Mundo de 2014. Na verdade, este tipo de transporte vai muito além de um marco ou de uma copa. É uma questão vital para a mobilidade entre as grandes cidades brasileiras.

Se levantarmos a história, observamos que em 1933 já existiam trens na Europa e nos Estados Unidos que trafegavam a 130 km/h. Em 1939, o ERT 200 já fazia Milão -Florença a 165 km/h. O primeiro trem a trafegar acima dos 200 km/h, no conceito de trem-bala, foi o Shinkansen japonês em 1964 e, na Europa, o TGV entre Paris e Lyon em 1981. Estamos em 2009, século XXI, e vemos quanto tempo já perdemos em termos de transporte ferroviário rápido e eficiente: no mínimo 30 anos.

O primeiro TAV (trem de alta velocidade) brasileiro irá interligar a cidade de Campinas ao Rio de Janeiro, passando por São Paulo, São José dos Campos, Volta Redonda e os aeroportos de Viracopos, Cumbica e Galeão. Para termos uma ideia da eficiência e rapidez deste tipo de transporte, a viagem entre Rio e São Paulo levará uma hora e 33 minutos no serviço expresso (sem paradas), duas horas e 33 minutos de Campinas ao Rio com paradas em todas as estações e uma hora e 4 minutos entre Campinas e São José dos Campos.

Com estes números, é possível imaginar quantos carros e ônibus serão retirados das estradas, visto que cada trem expresso terá lugar para 458 passageiros, e o trem parador 600 passageiros, com intervalos de 20 e 10 minutos, respectivamente, no horário normal e de pico, segundo a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres).

Atualmente, o trânsito nas grandes cidades é caótico, principalmente em São Paulo, onde muitos já preveem o dia em que a capital paulista irá parar. Para esta situação, a única saída é o transporte sobre trilhos, incluindo os trens de alta velocidade, que em comparação aos outros meios de transporte de média distância (até 1000 km) se mostra mais vantajoso.

Comparando com o transporte aéreo, temos a questão da distância dos aeroportos, que são, normalmente, distantes dos centros das cidades, cerca de 40 minutos sem tráfego, enquanto as estações ferroviárias estão no centro. Quanto ao embarque, um Boeing 747 com capacidade para 400 passageiros tem duas portas de embarque, com 200 passageiros por porta, já o Eurostar (trem de alta velocidade Londres-Paris) tem capacidade de 800 passageiros e 18 portas, ou seja, 45 passageiros por porta, permitindo o embarque em poucos minutos. As condições climáticas são outra desvantagem para o modal aéreo; nas ferrovias, sua influência é muito pequena.

Na comparação com o automóvel, estudos apontam que na Inglaterra uma linha de trem de alta velocidade transporta em média 12 mil passageiros por hora (Eurostar), enquanto uma autoestrada com três pistas transporta 2.250 passageiros por hora. No entanto, quem mais ganha, sem dúvida, é o meio ambiente, pois o trem elétrico não gera emissão de CO2, enquanto os carros, ônibus e aviões são dependentes de combustível, que emitem o gás.

A única maneira de melhorar o trânsito nas grandes cidades e rodovias é deixar o carro em casa, porém, isso só acontecerá quando a população tiver certeza que pode contar com um meio de transporte rápido, eficiente, confortável, seguro e pontual. O TAV engloba todas as condições para que haja uma revolução no transporte de passageiros no Brasil.

Sem dúvida, a resposta para o título deste artigo é que o TAV é necessário para que o Brasil comece a resolver o transporte de passageiros por ferrovias de alta tecnologia, diferente de tudo que o nosso País já experimentou em termos de transporte coletivo de média e longa distância. A questão também será respondida por especialistas na área, que participarão do painel do Comitê Ferroviário, que será realizado no dia 7 de outubro, em São Paulo, durante o Congresso SAE BRASIL 2009. Não podemos perder mais 30 anos e privar o nosso País e as grandes cidades brasileiras de um transporte rápido e eficiente.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Copa 2014

Copa anima setor metroferroviário

31/08/2009 - Webtranspo

Até 2014, os brasileiros terão que se habituar com os barulhos convencionais de construção. Será assim, ao menos, nos 12 municípios selecionados para sediar um dos maiores eventos esportivos: a Copa do mundo de futebol. Estas cidades passarão por verdadeiras revoluções visando suprir todas as necessidades, principalmente de mobilidade, do público da competição. Humberto Kasper, Superintendente de desenvolvimento e expansão da Trensurb, aponta que o evento destacou uma área de extrema importância para o desenvolvimento do País: a mobilidade.

“O setor está sendo vitaminado. É preciso investir não somente em metrô ou trem, mas em redes integradas de transporte, onde cada modal tenha seu papel fundamental. É preciso rever o atual modelo de locomoção nas cidades, pois, se isso não acontecer as metrópoles serão gargalos para o crescimento do País”, argumenta.

Mãos a obras

Não faltam projetos tentando sanar estas dificuldades. A própria Trensurb desponta entre uma das principais empresas engajadas nesta área. A companhia está trabalhando no desenvolvimento de três obras: a expansão da Linha Norte do trem de São Leopoldo até Novo Hamburgo, próximo à Porto Alegre (RS); no Aeromóvel e na Linha da Copa.

O primeiro, que já está em fase de execução e cuja previsão de término é 2011, prevê um orçamento de R$ 690 milhões. A expansão deve aumentar a capacidade do trajeto em 30 mil usuários.

Já o Aeromóvel, considerado um dos projetos mais ousados, deve interligar o Aeroporto Internacional Salgado Filho à Estação Aeroporto, administrada pela companhia. Seu orçamento previsto é de R$ 30 milhões.

A Linha da Copa, cujo conceito é de “Rede estrutural multimodal”, contará com 11 estações de trem que serão interligadas a cinco terminais de integração intermodais. O orçamento estimado para o empreendimento é de R$ 2,5 bilhões. O projeto prevê que a rede atenderá 290 mil passageiros por dia.

O Metrô Rio também conta com projetos audaciosos. Segundo Joubert Fortes Flores, Diretor da companhia, o objetivo é dobrar a capacidade de movimentação de passageiros transportados.

Atualmente, por dia 550 mil pessoas utilizam o serviço. Com a ampliação, este número deve passar para 1,1 milhão. De acordo com o executivo, para que isso ocorra estão sendo investidos R$ 1,15 bilhão para a extensão da linha, além da aquisição ou reforma dos carros de passageiros.

Embora não tenha desenvolvido nenhum projeto específico para a Copa 2014, São Paulo não ficou para trás. Segundo José Luiz Portella, Secretário dos Transportes Metropolitanos , “o projeto 'Expansão SP' (que prevê recursos de R$ 20 bilhões em investimentos em infraestrutura de transporte) ajudará, e muito, na mobilidade da metrópole para o evento”.

No entanto, para o executivo, todas as obras que estão sendo realizadas no País devem atender, antes de mais nada, a população, e não apenas suprir as necessidades do evento. “Queremos criar uma rede que interligue toda a cidade. Isso, melhorará a qualidade de vida das pessoas. A grande luta é possibilitar que as pessoas cheguem a todos os lugares”, finaliza.

Os executivos se reuniram para discutir o futuro do setor na 15ª Semana de Tecnologia Metroferroviária. O evento, idealizado pela Aeamesp (Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Metrô), aconteceu na última semana, em São Paulo, em paralelo à Metroferr 2009.