quinta-feira, 24 de setembro de 2009

BNDES pode investir R$ 1 bi em obras em BH

Segundo o prefeito Marcio Lacerda, a prioridade de investimento do Governo Federal são os corredores de ônibus

O BNDES pode financiar em até R$ 1 bilhão a implantação de corredores de ônibus em Belo Horizonte com vistas à Copa do Mundo de 2014. A informação é do prefeito Marcio Lacerda, que participou de uma reunião em 21 de setembro, em Brasília, com representantes de vários ministérios e do BNDES. "A prioridade do Governo Federal são os corredores de ônibus", disse Lacerda.

Nos próximos dias, na sede do BNDES, no Rio, haverá uma reunião com representantes da Secretaria de Fazenda de Minas para tratar da reforma do Mineirão. De acordo com o prefeito, o BNDES aceita financiar 75% da obra, desde que o valor não supere R$ 400 milhões. Segundo ele, o valor é suficiente para a reforma do estádio. Pelo cronograma apresentado pelo coordenador-executivo do Programa Estado para Resultados, Tadeu Barreto, que também esteve na reunião, a obra se inicia em fevereiro de 2010, com inauguração prevista para dezembro de 2012.

Outra reunião marcada para o dia 30, em Brasília, entre técnicos federais e estaduais, irá discutir aspectos da engenharia da obra. "Até 15 de outubro, será decidido qual será o papel do Governo Federal nas obras", disse Lacerda.

Fonte: Hoje em Dia, 22/09/2009.

Metrô gera expectativas na Vila Prudente

23/09/2009 - Webtranspo

Uma região de São Paulo nutre a expectativa de realizar bons negócios com a futura instalação do metrô, que será inaugurada em maio de 2010. Trata-se da Vila Prudente, cuja obra de 3,9 quilômetros da Linha Verde, além de significar vida nova para os moradores, impulsionará o comércio local.

Uma das apostas é que o natural aumento da circulação de pessoas e usuários gere mais negócios e mais vendas.

Para Edson Alves de Souza, gerente de uma loja de calçados na região, “nos dias de maior movimento atendemos de 80 a 100 clientes. Esperamos que esse número dobre. Para ele, a chegada do metrô vai melhorar também o transporte na região, “que é muito precário, além do trânsito ser intenso”.

No setor automotivo, a expectativa também é favorável para as operações. Uma concessionária de veículos localizada próxima da futura estação aposta no incremento das vendas e nos serviços de manutenção e redução nos custos do serviço “Leva e Traz”.

Os reflexos já são sentidos no mercado imobiliário. A procura por imóveis nas intermediações da estação Vila Prudente cresceu 60% nos últimos meses, segundo o corretor Ricardo Duarte.

“Antes da chegada do Metrô, o valor do metro quadrado era de 600 a 800 reais. Agora, está em 1.200 reais”. Afinal, quem não quer morar perto de um transporte rápido, eficiente e seguro?

Metrô de Curitiba

Governo quer saber se metrô é viável no PR

24/09/2009 - Gazeta do Povo

O comitê paranaense para a Copa do Mundo de 2014 tem duas semanas para definir as prioridades entre os projetos que podem receber recursos do governo federal. Representantes do grupo estiveram ontem em Brasília em uma reunião que começou a definir responsabilidades da União, do estado e do município sobre as obras. Ao final do encontro, restaram dúvidas sobre a viabilidade da construção do metrô até o início da competição e a respeito de quem assumiria o financiamento para o término da Arena da Baixada – propostas que encabeçam a hierarquia dos planos para Curitiba.

Os questionamentos foram feitos pelo ministro do Esporte, Orlando Silva, após uma apresentação de 30 minutos sobre a preparação da cidade para o evento. “As propostas receberam elogios, mas essas duas questões ficaram no ar”, disse Ricardo Gomyde, assessor especial do ministro. Além de Silva, o governo federal foi representado pelo ministro das Cidades, Márcio Fortes, e por membros dos ministérios do Planejamento, Fazenda e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Arena pode ter verba pública

Embora o governo federal continue taxativo na norma de que não investirá na construção de estádios, a reunião de ontem reforçou a tendência de que a Arena da Baixada, em Curitiba, pode receber dinheiro público. O gerente do Departamento de Desenvol¬vimento Urbano e Regional do BNDES, Rodolfo Torres, confirmou durante o encontro que devem ser definidas linhas de financiamento para as obras nas três praças privadas – além da Arena do Atlético, o Beira-Rio do Internacional de Porto Alegre e o Morumbi do São Paulo. No Paraná, integrantes do comitê local estudam a hipótese de que governo do estado e prefeitura tomem o empréstimo do banco e repassem ao clube.

“O medo mesmo é que não dê tempo de ficar pronto”, disse o vereador Pedro Paulo (PT), um dos 10 membros do comitê paranaense que estiveram na reunião. A previsão é que os trabalhos comecem em 2011 e terminem em março de 2014, cerca de três meses antes dos jogos. A prefeitura, no entanto, não mostrou um cronograma para as obras durante o encontro.

O supervisor de implantação do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc), Edemar Meissner, ressaltou que não há restrições técnicas para que o metrô fique pronto dentro do prazo. “De¬¬pen¬de mais da velocidade da aplicação dos recursos.”

Segundo ele, a execução das obras também não deve prejudicar o tráfego da cidade – outro temor, caso a previsão inicial não seja concretizada.

Além dos prazos, Fortes quis saber detalhes sobre a gestão do sistema e a participação da iniciativa privada no projeto. A princípio, o governo federal deveria arcar com 50% da construção, a prefeitura com 20% e a iniciativa privada com 30%. O custo estimado é de R$ 2 bilhões.

A polêmica que envolve o metrô já havia sido levantada há três meses pelo ministro do Planejamento, Paulo Bernardo. “Tenho dúvidas sobre a viabilidade do metrô até a Copa porque ainda não há estudo de viabilidade, nem custo definido”, declarou ele na época. Os questionamentos e o pedido de elaboração de uma lista de prioridades indicam que o governo federal está se preparando para fazer vários cortes nas sugestões apresentadas pelas cidades-sede da Copa.

Entre as 12 cidades escolhidas pela Fifa, outras nove já participaram de reuniões iguais à de ontem. Por enquanto, o governo planeja aplicar apenas R$ 5 bilhões em investimentos de melhoria de tráfego, dentro do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Mobilidade Urbana. Só Curitiba reivindica R$ 2,4 bilhões. A escassez de recursos, porém, deve eliminar os pedidos mais caros e os que não têm uma relação estreita com a realização do Mundial.

Além do metrô e da Arena (leia mais sobre o estádio ao lado), já há consenso no comitê sobre algumas prioridades para Curitiba. Deve ser incluída a obra de ligação entre o aeroporto Afonso Pena e a Rodoferroviária, estimada em R$ 17,46 milhões. Na sequência, estariam as melhorias na Avenida Visconde de Guarapuava (R$ 5,8 milhões), que englobam a construção de uma ciclovia e de novas pistas de rolamentos nos dois sentidos da via. O encontro de ontem deve se desdobrar em uma série de outros eventos. O primeiro passo é a definição de temas com necessidade de decisão imediata – que incluem estádios, mobilidade urbana, aeroportos, portos e turismo. Depois, serão discutidas propostas de promoção do país, segurança, telecomunicações, saúde, energia e meio ambiente.

O governo federal também irá elaborar uma matriz de responsabilidades. Entre todas as nove propostas discutidas ontem (fora o estádio), seis serão geridas pela prefeitura e custarão cerca de R$ 2,2 bilhões. As outras três, estimadas em R$ 189 milhões, ficariam a cargo do governo do estado. Todos os projetos, porém, dependem de dinheiro da União.


Metrô SP

Metrô SP quer limitar passageiros na Sé

24/09/2009 - Diário de São Paulo

O Metrô de São Paulo pretende adotar uma medida para limitar o número de passageiros por vagão. O plano da companhia prevê formar uma barreira de contenção, com seguranças, antes das plataformas de embarque, e liberar os usuários aos poucos para o trem. Quando o vagão ficar cheio, os funcionários impedirão os passageiros de irem para a plataforma, até a chegada da próxima composição.

O objetivo da contenção é evitar que, com a lotação, os passageiros atrapalhem o fechamento das portas do trem, o que causa atrasos na viagem. E também acabar com o empurra-empurra nas plataformas.

De acordo com o Sindicato dos Metroviários, a contenção está programada para começar nos próximos dias na Estação Sé, onde um incêndio em uma das composições causou transtornos e atrasou a vida dos usuários de duas linhas na manhã desta quarta-feira.

Em seguida, a medida também deve ser adotada em outras estações. Procurada ontem pelo jornal Diário de S.Paulo, a direção do Metrô não negou as informações, mas também não respondeu às perguntas sobre o plano de controlar o acesso aos vagões.

No horário de pico da manhã, o metrô da capital chega a transportar nove passageiros por metro quadrado, sendo que o aceitável internacionalmente é até seis pessoas por metro quadrado. Por dia, 3,3 milhões de usuários utilizam o metrô.

Para o membro do Conselho Fiscal do Sindicato dos Metroviários Flávio Godoi, o plano de contenção vai transferir a lotação das plataformas para o restante da estação.

- Com certeza, vai lotar a estação. Mas é um risco mesmo ficar ali na faixa amarela (do embarque).

De acordo com o diretor de Imprensa do sindicato, Benedito Barbosa, a barreira de contenção será feita por seguranças, funcionários do programa Jovem Cidadão e por estruturas de PVC quadradas cobertas por lonas. Segundo ele, seguranças de outras estações serão deslocados para a Sé.

- No começo, vai ser um transtorno. As pessoas estão acostumadas a descer de um trem e correr para outro - disse.

O Metrô também passou a isolar esta semana a área de embarque do último vagão na Estação Tucuruvi (Linha 1-Azul), das 7h às 9h, permitindo o embarque de apenas 44 passageiros, para que eles possam viajar sentados.


quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Metrô Rio de Janeiro

21/01/2008

Metrô: nova linha 1A do metrô vai reduzir em 13 minutos viagem da Pavuna até o Centro

RIO - Um desejo antigo dos usuários da linha 2 do metrô, viajar da Pavuna até Botafogo sem a necessidade de trocar de trem, deve se tornar realidade a partir de março de 2010. O governo do estado e o Metrô Rio apresentaram hoje, no Palácio Guanabara, o plano de investimentos da concessionária para os próximos anos, que prevê, entre outras coisas, a construção de uma linha variante da estação de São Cristóvão até a Central, para pôr fim à transferência no Estácio. Para ter o contrato de concessão prorrogado até 2038, o Metrô Rio se comprometeu também a finalizar a estação da Rua Uruguai, na Tijuca, a comprar 114 novos vagões e implantar uma série de melhorias, ao custo total de R$ 1,15 bilhão.O Globo

A nova linha, chamada 1A, terá cerca de dois quilômetros e interligará a estação de São Cristóvão, da linha 2, com a Central, da linha 1. No trajeto, será construída uma nova estação, chamada Cidade Nova, em frente à prefeitura. Com a variante, que deve ficar pronta em março de 2010, será possível aos trens da linha 2 circular direto até Botafogo, passando por todas as estações do Centro. A previsão é que o tempo de viagem da Pavuna até o Centro diminua em 13 minutos. Quem seguir da linha 2 para a Tijuca poderá trocar de trem no Estácio ou na Central. Já quem for para Copacabana terá que fazer a transferência em Botafogo.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Goiânia

Notícias da Metrobus.
15/12/2008

Metrobus investe em novos modelos de ônibus, que já estão rodando, para melhor atender os usuários do Eixo Anhanguera.

Melhorias e Investimentos.

O Presidente da Metrobus, Francisco Gedda, anunciou a melhoria e recuperação em toda a extensão dos 14 Km do eixo anhanguera.

Dentre as medidas que visam dar maior conforto aos usuários, está a implantação de catracas dos dois lados das plataformas. Esta é uma reinvidicação antiga da população que atualmente tem acesso apenas do lado leste. Com essa decisão o transito de pessoas será agilizado, facilitando muito a vidas dos passageiros que utiliza o transporte urbano de Goiânia.

Lavagem dos gradio e pinturas das caneletas remoção e recuperação do piso de concreto da base e nova concretagem no entorno das 8 estações, são elas:

Iquego, Capuava, Anicuns, Cascavel, José Hermano, hemocentro, Lago das Rosas e HGG, o restante do trecho de 14 Km recebe diariamente manutenção na base asfáltica.

Novas licitações e ordem de serviços estão sendo aguardadas para a revitalização e reforma de todas as estações de embarque e desembarque ( plataformas), são os seguintes serviços a serem efetuados:

Pintura Geral, recuperação de forros, revisão nos telhados, novo Lay Out da sinalização e novas placas indicativas e sinalizadoras

Lembrando que são de competência da Metrobus somente as plataformas, os terminais são administrados pela Companhia Metropolitana de Transporte Coletivo (CMTC).

18 novos ônibus já se encontram na empresa fazendo as alterações funcionais (alturas das portas e aberturas de espaço para portadores de deficiência) para começar a circular nos próximos 30 dias.

Outra preocupação é com a segurança dos passageiros, em reunião com o secretário de Seguranças Pública e com o comandante da PM e Policia Civil, Gedda solicitou maior empenho nas atuações nas plataformas durante os horário de pico, para coibir furtos e pequenos roubo.


Outra noticia importante é a parceria com a Petrobras que visa dotar os ônibus do eixo anhanguera de uma tecnologia que permitirá rodar com gás natural os testes já estão sendo feitos e um ônibus piloto se encontra rodando. Gedda diz que há varias vantagens em usar o gás (GNV). “Ele é 90 menos poluente, tanto sonora e quanto ambientalmente, a experiência da Petrobras com gás natural, em ônibus articulados, é pioneira no Brasil.

domingo, 20 de setembro de 2009

ANTT

TRANSPORTE PÚBLICO »
Licitação de 98% das linhas de ônibus vai afetar o futuro das viagens rodoviárias no paísANTT tenta convencer TCU a adiar o processo até a conclusão de um estudo detalhado, num mercado que movimenta R$ 3 bilhões por ano

Rodrigo Couto

Publicação: 20/09/2009 09:41


Bom Jesus da Lapa (BA) — Uma megalicitação a cargo da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) tem a difícil missão de criar um marco regulatório e melhorar a qualidade das viagens rodoviárias para dentro e fora do Brasil. A licitação de 1.475 ligações — ou 98% da malha nacional — deve afetar o destino escolhido pelos 120 milhões de passageiros a cada ano. As empresas do setor, que movimentam anualmente quase R$ 3 bilhões, são contrárias à mudança e pressionam a autarquia federal a tentar adiar o leilão, pela segunda vez, junto ao Tribunal de Contas da União (TCU). O Correio embarcou na linha que faz o trajeto de Bom Jesus da Lapa (BA) até Brasília, um dos itinerários que devem ser regularizados, para conferir como anda a situação dos roteiros de ônibus.

Prevista inicialmente para ocorrer em outubro do ano passado, a concorrência foi adiada. Em setembro de 2008, houve a prorrogação para dezembro deste ano. Agora, a ANTT tenta convencer o TCU a postergar, pela segunda vez, a licitação. Se atender o pedido da agência reguladora, a megalicitação só será realizada em novembro de 2010. “É uma irresponsabilidade manter o cronograma atual. Precisamos de mais tempo para concluir os estudos de demanda, que se iniciarão entre novembro de 2009 e março de 2010, e já conta com o apoio da Universidade de Brasília (UnB) e de mais 40 técnicos da agência”, afirma Bernardo Figueiredo, diretor-geral da ANTT.

Além da melhoria da qualidade do transporte rodoviário, a autarquia federal quer estimular a concorrência e transformar o embarque e desembarque dos passageiros que viajam de ônibus em procedimentos similares aos da aviação civil. “Estamos trabalhando para essa melhoria. Queremos rastrear os ônibus, para evitar assaltos, treinar motoristas, incentivar a reforma das rodoviárias e controlar o sistema, pois hoje não sabemos quantas pessoas ingressam em cada linha”, admite Figueiredo.

A intenção do leilão é reduzir o valor das passagens, uma vez que a tarifa atual será usada como teto para a megalicitação. As 1.475 linhas devem ser desmembradas e licitadas em 125 lotes, que vão englobar as mais rentáveis e as deficitárias. Atualmente, somente 9% das linhas têm duas ou mais empresas atuando. Depois da concorrência, o percentual deve passar para 26%. Para não ficarem de fora do mercado, as 253 detentoras das das concessões de todo o país deverão se unir em consórcios para concorrer aos 125 lotes.

O TCU, que analisa a licitação como prioridade zero, tem três caminhos: manter o prazo do leilão para dezembro deste ano, aceitar o pedido da ANTT de realizar o processo em 2010, ou estabelecer um cronograma intermediário. Relatado pelo ministro Walton Alencar Rodrigues, o processo pode entrar na pauta do tribunal a qualquer momento. Procurada pela reportagem, a Associação Brasileira das Empresas de Transporte Terrestre de Passageiros (Abrati) não quis se manifestar sobre o assunto. Com 1.200 ônibus, 150 linhas e faturamento de R$ 470 milhões no ano passado, a Itapemirim, maior empresa do setor, informou que cabe à Abrati se pronunciar sobre a licitação.

Um dos motivos que levaram a ANTT a solicitar novos estudos é que o setor tem cadastrados 12 mil ônibus, sendo que a frota necessária é de 4 mil veículos. Porém, nesse contingente total, estão incluídos os de propriedade de agências de turismo. Além disso, pode haver duplicação de registros e a não baixa dos que deixaram de circular.

Improviso
A linha da empresa Central Bahia que faz a ligação de Bom Jesus da Lapa (BA) a Brasília, utilizada pela reportagem na semana passada, está prestes a ser licitada pela ANTT. Falta de conforto e segurança dos veículos é o que mais incomoda nos 680km que dividem as duas cidades. “Os ônibus são péssimos e apertados. Não dá nem para esticar as penas”, reclama Amália do Amaral, 45 anos, agente comunitária de saúde e moradora de Riacho de Santana (BA). Para vencer o cansaço e recompor as energias, o motorista Geraldo de Oliveira, 53 anos, improvisou uma cama no fundo do ônibus. “A empresa que deu a ideia. Enquanto o outro colega dirige, eu descanso”, diz Oliveira, que tem 15 anos de profissão. Um outro motorista, que não quis se identificar, informou que a empresa orienta andar com o ar-condicionado desligado para evitar as manutenções do aparelho. “Como a estrada é ruim , a poeira danifica o ar”, observa. Procurada pela reportagem, a Central Bahia não retornou as ligações.

Leia nesta segunda-feira: Os perigos de se trafegar pela BR-349