domingo, 27 de dezembro de 2009

Trem Urbano Recife

11/12/09
Recife recebe 18º Trem Climatizado

A CBTU-METROREC entregou, nesta quinta-feira (10), o 18º trem reformado e climatizado à população. O presidente da Companhia Elionaldo Magalhães, estava presente, na ocasião, e viajou no veículo, que agregará mais benefícios aos usuários do sistema. De acordo com informações passadas pela Coordenadoria de Manutenção (COMAN), os empregados do setor estão empenhados na conclusão da reforma dos sete trens restantes, e a expectativa é de que a cada mês um veículo seja entregue. A previsão é de que o 19º trem reformado entre em circulação no próximo dia 30 do corrente mês.

VLT Maceió

11/12/09
CBTU abre propostas para fornecimento de 8 VLTs
para sistema de Maceió

A CBTU realizou, nesta sexta-feira (11/12), no auditório
da Administração Central , Rio de Janeiro, a abertura e
julgamento das propostas de preços da Concorrência
Internacional 004/2009-DELIC para fornecimento de
8 VLTs (Veículo Leve sobre Trilhos) para o sistema da
CBTU em Maceió.

Duas empresas foram habilitadas preliminarmente :
a Consórcio Trends-CMC e a Bom Sinal – Indústria
e Comércio Ltda. Tendo em vista que o menor preço
avaliado está dentro do preço máximo aceitável
e compatível com o preço de mercado, a Comissão
julgou vencedora a empresa Bom Sinal – Indústria e
Comércio Ltda.

Após o prazo de recurso, a próxima etapa será a
homologação e contratação do fornecimento dos VLTs.

sábado, 26 de dezembro de 2009

BRT Recife

terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Detalhamento sobre projeto do Corredor Norte Sul é apresentado à sociedade em audiência pública

O governo do Estado, através da Secretaria das Cidades e do Grande Recife Consórcio de Transporte, realizou hoje uma audiência pública no Centro de Convenções de Pernambuco (Auditório República Pernambucana) para divulgar o detalhamento do projeto de construção do Corredor Norte/Sul, o mais moderno corredor de transporte público do País, que fará parte do Sistema de Transporte Público de Passageiros da Região Metropolitana do Recife (STPP/RMR).

O projeto básico foi desenvolvido pelo escritório do arquiteto e urbanista paranaense Jaime Lerner, responsável pela consolidação de um dos principais sistemas de transporte público do País, implantado na cidade de Curitiba. O especialista foi contratado através de uma parceria entre o governo estadual e a Urbana-PE – Empresa de Transportes Integrado (ex-Setrans).

Com o projeto básico concluído, o Grande Recife Consórcio de Transporte dará início ao projeto executivo, além da elaboração do edital de licitação das obras do Corredor Norte/Sul. O edital será publicado até o final de janeiro de 2010.

O Norte-Sul terá dois trechos. O primeiro será composto por duas vias: uma que ligará o município de Igarassu, na zona Norte da RMR, ao Terminal Integrado Joana Bezerra, utilizando o corredor da Avenida Agamenon Magalhães; e outra rota com destino à área central do Recife, trafegando pela Avenida Cruz Cabugá.

O segundo trecho fará a conexão do Terminal Integrado Joana Bezerra, ao Terminal Integrado de Cajueiro Seco, em Jaboatão dos Guararapes, atendendo neste percurso os bairros de Boa Viagem, Setúbal, Piedade e Candeias, localizados na zona Sul da RMR.

O corredor terá início na BR-101, a partir do Terminal de Integração de Igarassu, seguindo pela PE-15, Complexo Salgadinho até a bifurcação com a Avenida Cruz Cabugá, centro do Recife e Avenida Agamenon Magalhães, encerrando-se no Terminal de Joana Bezerra. O corredor irá beneficiar diretamente os municípios de Recife, Olinda, Paulista, Abreu e Lima, Jaboatão, Igarassu, Araçoiaba, Itapissuma e Itamaracá, além de possibilitar a ligação dos os demais municípios da RMR interligados ao SEI.

Entre as características dos corredores destinados ao TRO está a construção de vias e faixas exclusivas e segregadas para o tráfego dos coletivos; implantação de estações de embarque/desembarque modernas e adequadas aos padrões internacionais de mobilidade e segurança. O pagamento das tarifas poderá ser feito nas estações, a exemplo do que acontece em cidades como Curitiba, agilizando o processo de embarque; o piso das estações será elevado, possibilitando o embarque no mesmo nível da entrada dos coletivos, etc.

Além disso, o TRO promoverá automaticamente a modernização da frota, incluindo a instalação de equipamentos como GPS, displays eletrônicos, entre outros, que possibilitarão o envio de informações, como horário de chegada e saída das estações – em tempo real para os usuários.

Em todo o mundo, a implantação deste tipo de projeto trouxe a melhoria da qualidade do serviço ofertado aos usuários, com ênfase para o crescimento da confiabilidade, conforto e segurança e da redução de custos operacionais. Outra característica positiva observada em cidades que possuem o sistema foi à atração gradativa de passageiros que migraram do uso diário do automóvel para o sistema de transporte público de transporte.

O modelo é baseado nos moldes do sistema Bus Rapid Transit – BTR, que funciona em cidades como Bogotá (Colômbia), Dublin (Irlanda), Otawwa (Canadá), Paris (França), Cidade do México (México), Curitiba (Brasil), entre outras.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Ramal Gambiarra - Metrô Rio

Costa admite erro de planejamento no Metrô Rio

23/12/2009 - O Dia

O primeiro dia da conexão direta do metrô, que uniu as linhas 1 e 2 como promessa de levar passageiros da Pavuna a Botafogo sem baldeações e em menos tempo, foi marcado pelo caos. Falta de informação, calor, atrasos e superlotação foram alguns dos problemas enfrentados. Muitos passageiros só souberam que a ligação Pavuna-Botafogo funcionaria em horários restritos quando já estavam na plataforma. A Agetransp, agência que regula os serviços de transporte público no estado, determinou que dentro de 48 horas o metrô explique o que aconteceu ontem.

“É evidente que erramos. Houve um congestionamento de trens que gerou atrasos e resultou em caos”, reconheceu José Gustavo de Souza Costa, presidente da Metrô Rio.

Por causa da confusão, a conexão, que só funcionaria das 5h às 8h entre a Pavuna e a Glória, teve o horário estendido até as 16h. A medida não impediu longos intervalos entre os trens, que em algumas estações ultrapassava 10 minutos. Avisos sonoros, painéis luminosos e televisores que informavam os destinos apresentaram falhas, confundindo os passageiros. A sinalização de tráfego foi feita de forma manual.

No fim da tarde, mesmo com os trens seguindo da Pavuna até Botafogo, os problemas continuaram. A direção do Metrô Rio pediu desculpas à população e fez adaptações para a operação do sistema, que hoje vai circular com novos horários.

A passadeira Vera Lúcia Lopes, 57 anos, moradora de São João de Meriti, desembarcou em Copacabana, onde trabalha, depois de muito sufoco e com quase uma hora de atraso em relação ao tempo que costuma levar. No caminho, tentava entender o novo percurso. Diariamente ela vai de metrô da Pavuna à Estação Cardeal Arcoverde, fazendo baldeação no Estácio, mas ontem não sabia onde deveria embarcar rumo à Zona Sul: “É muita desinformação. Primeiro o aviso no vagão foi de que o metrô não pararia no Estácio, depois parou. No Estácio, não tinha ninguém para dizer se era para descer ou não”.

Vera seguiu no trem até a Glória, onde penou para embarcar. A plataforma estava lotada, e as televisões que informariam o destino dos trens não funcionavam. “Não sei para onde ir”, disse. Após 10 minutos de espera, ela conseguiu entrar no trem para Copa, onde chegou depois de 1 hora e 40 minutos. “Fazia a viagem em menos de uma hora e achava impossível ficar pior, mas ficou. É um descaso com quem levanta cedo para trabalhar. Costumo sair às 5h50 de casa, mas agora vou madrugar para sair uma hora antes”, lamentou.

Elias de Jesus dos Santos, que trabalha na construção civil, embarcou na Estação Acari para ir ao Leblon, via ônibus de integração, mas sem informação sobre as mudanças no metrô: “Não vai parar no Estácio? Ninguém informou nada”. O assistente administrativo Wesley de Sá, 27 anos, levou mais de uma hora para ir da Pavuna à Carioca. “Como pode isso? A viagem é sem baldeação, mas demora mais. Antes levava 40 minutos”.

Passageiros passaram mal nas plataformas

A superlotação e o calor fizeram com que muitos passageiros se sentissem mal. O empresário Jorge Luis da Penha, 39 anos, que faz o trajeto Inhaúma-Copacabana diariamente, ficou parado na Central, onde as plataformas estavam lotadas . “Precisei cancelar compromissos por causa do atraso na viagem e do meu estado.

Estou completamente suado. Mulheres e crianças estão desmaiando na estação”, desabafou. A vendedora Cintia Fraga, que seguia da Pavuna para o Largo do Machado ficou decepcionada: “Não vou fazer baldeação no Estácio, mas farei em outra estação”.

Na Estação General Osório, o intervalo entre os trens foi de 7 minutos. Muitos passageiros embarcavam no sentido Ipanema para garantir um lugar na volta e não desembarcavam na estação final. Também não havia funcionários para orientar os passageiros em Ipanema.

5 MINUTOS COM: JOSÉ GUSTAVO COSTA, PRESIDENTE DA METRÔ RIO:ACONTECEU O QUE NÃO PREVÍAMOS’

O presidente da Metrô Rio, José Gustavo de Souza Costa, admitiu ontem que houve erro de planejamento para o primeiro dia de operação da Linha 1A. O caos, segundo ele, começou por causa de atrasos nas das primeiras composições que saíram da Saens Peña e da Pavuna, provocado por um congestionamento de trens que deixavam o centro de manutenção.

1. Quem foi responsável pelo caos no primeiro dia de operação da Linha 1A?
Nós. É evidente que erramos. Nos preparamos para diversos possíveis problemas, mas não para um detalhe. Na verdade, aconteceu justamente o que não prevíamos. É um detalhe tão pequeno que não pensamos que poderia acontecer.

2. Qual é a explicação da empresa?
O grande problema é que perdemos a regularidade, ou seja, a exatidão dos intervalos. Os trens estavam estacionados no centro de manutenção, na Presidente Vargas, e teriam que sair na mesma hora que os trens que partiram, o que causou congestionamento. Isso gerou o atraso de algumas composições e, consequentemente, um efeito dominó em todas as outras.

3. Qual foi a consequência desse erro?
Por causa dos atrasos, as estações ficaram lotadas. A Estação Pavuna, por exemplo, aonde eu cheguei por volta das 7h, o acesso precisou ser fechado por alguns minutos. As viagens demoraram ainda mais.

4. Faltou informação aos passageiros?
Esse é um dos acertos que faremos nos próximos dias. Colocamos 400 agentes para ajudar os clientes entre as estações Central e Botafogo, mas realmente não foi suficiente. As televisões estarão em funcionamento amanhã. Mas vai levar tempo para os passageiros assimilarem o novo sistema.

5. O que os usuários podem fazer para sofrer menos com o caos?
Minha sugestão é que eles prestem atenção na indicação sobre o destino do trem. A baldeação pode ser feita em qualquer estação entre Botafogo e Central. Cinelândia e Presidente Vargas são duas boas opções.

De acordo com a assessoria do Metrô Rio, a operação está normalizada desde ontem, 23, co intervalos de cinco a sete minutos na Linha 1 e 2, e de 3’30” na Central. Para evitar que os problemas de terça-feira se repetissem, os trens saíram da garagem e foram posicionados mais cedo, os trens da Linha 2 estão circulando com seis carros, disponibilizando mais 300 lugares. Além disso, o sistema de informação foi reforçado com a distribuição de panfletos e o aumento de agentes em todas as estações.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Bilhete Único Rio de Janeiro

Enviado por Marcelo Dias -
30.9.2009
| 9h30m
MOBILIDADE URBANA

Rio descarta bilhete único de Curitiba, a R$ 2,20

CURITIBA - Quer experimentar os benefícios do bilhete único pagando apenas R$ 2,20 e com direito a fazer quantas integrações quiser durante o dia todo? Basta ir ao Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim ou ao Santos Dumont e desfrutar desse benefício em Curitiba, a quase uma hora e meia de voo do Rio. Isso porque a ideia é descartada no Rio de Janeiro.

Na capital paranaense, o bilhete único é único de verdade e existe desde 1982, atendendo a meio milhão de pessoas nos 14 municípios da Região Metropolitana. Na opinião do secretário estadual de Transportes, Julio Lopes, a implantação do bilhete seria inviável no Rio.

- O Rio não tem como fazer isso por uma série de problemas - diz o secretário, referindo-se à resistência dos empresários em abrir mão do lucro e do estado em bancar o bilhete único com recursos públicos.

Lopes, aliás, cancelou sua vinda ao 17º Congresso Brasileiro de Transportes e Trânsito, em Curitiba. Seu colega da capital, Alexandre Sansão, enviou o subsecretário, Rômulo Dante Orrico Filho.



"Curitiba é bem menor"

Julio Lopes também compara as duas cidades para mostrar que o benefício, ao molde curitibano, não se aplica ao Rio:

- Curitiba é bem menor do que o Rio, com um volume de passageiros infitamente menor também. E eles têm lemas de congestionamento e estão vendo como resolver isso.

Professor da UFRJ, o engenheiro de transportes Fernando Mac Dowell discorda do secretário.

- Não se faz o modelo de Curitiba aqui porque o Rio nunca fez um estudo tarifário e até hoje não organizou as linhas de ônibus. Temos o trem e o metrô. O passageiro só teria que pagar pelo primeiro embarque e mais nada. Curitiba lançou um plano diretor nos anos 70 e o cumpre até hoje. O Rio nunca teve o seu e agora pega o nome fantasia "bilhete único" e vende para o usuário como se fosse único mesmo. O estrangeiro que vier para cá e souber disso vai achar que pode ir da Zona Sul até a Barra sem pagar mais nada, o que é uma mentira - diz.

Trens e metrô poderiam ser usados

No Rio, o governo se prepara para testar o que chama de bilhete único, pegando carona no nome fantasia que se consagrou em São Paulo. No entanto, o que se pretende é uma integração tarifária com desconto de até 40% no segundo embarque. Já o verdadeiro bilhete único curitibano se apoia em boa parte nos ônibus articulados com capacidade para até 220 passageiros. A frota da cidade conta com 1.910 coletivos em 350 linhas integradas.

Ok. O Rio não tem esses veículos, mas conta com algo melhor: uma rede de trens e metrô que, somadas, cortam 255 quilômetros da Região Metropolitana e com composições com espaço para 1.300 pessoas - quase sete vezes a dos ônibus de Curitiba.

Empresários topam negócio

A SuperVia topa o negócio, desde que o governo estadual banque a benesse com subsídios, como faz a Prefeitura de São Paulo, que sustenta o benefício com R$ 1 bilhão. Em Curitiba, o poder público não contribui com praticamente nada, exceto com a devolução do ISS aos empresários de ônibus.

- Fazemos isso porque é o contribuinte que paga o imposto, que, no final das contas, incide sobre só 2% do preço da passagem. E porque tivemos vontade política - ensina Marcos Isfer, presidente da URBS (Urbanização de Curitiba), espécie de supersecretário de transportes e urbanismo curitibano, para quem os trens e o metrô permitiriam a adoção do modelo curitibano no Rio:

- É possível sim, basta querer.

- Claro que é - responde o presidente da Fetranspor, Lélis Teixeira, desmentindo o secretário Julio Lopes. - O problema é que o Rio não tem a infraestrutura necessária, como BRTs (corredores expressos de ônibus) nem integrações entre ônibus. Se houvesse isso, poderíamos implementar o bilhete único sem subsídio algum.

Bilhete Único Rio de Janeiro


Cadastro do bilhete único começa em janeiro

Publicada em 23/12/2009 às 23h45m

O Globo

RIO - O cadastramento dos passageiros interessados em usar o sistema de bilhete único intermunicipal, cuja criação foi aprovada na terça-feira na Assembleia Legislativa do Estado, deve começar no dia 11 de janeiro. Segundo o secretário estadual de Transportes, Júlio Lopes, a data deverá ser confirmada na próxima segunda-feira.

(Cabral anuncia bilhete único no transporte intermunicipal a partir de fevereiro)

As inscrições poderão ser feitas nos mais de 800 pontos de venda do RioCard disponibilizados pela Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Rio (Fetranspor); em agências do Banco Itaú; e em pontos do metrô, das barcas e da SuperVia.

O tíquete vai operar com o sistema de bilhetagem eletrônica do RioCard. Por esse motivo, as vans municipais, que não têm o sistema, não poderão ser incluídas num primeiro momento. A Metrô Rio e a SuperVia trabalham com um modelo diferente do que é usado nos ônibus, mas ele aceitará o novo tíquete.

O bilhete único permitirá ao usuário pegar duas conduções num prazo de duas horas. A única condição é que um dos meios de transporte usado seja de uma linha intermunicipal. Cada trajeto de duas horas custará R$ 4,40. A previsão é de que, em 2010, o governo destinará pelo menos R$ 220 milhões ao bilhete único.

Leia mais:

Bilhete único existe há cinco anos no município de São Paulo

Rio descarta modelo de bilhete único de Curitiba

VLT São Paulo

Quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
O transporte no ABCD está mudando

A Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos (STM) assinou nesta terça-feira (22) o Acordo de Cooperação para Elaboração do Projeto do Metrô Leve com as prefeituras de São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul. O objetivo é ligar as duas cidades à estação Tamanduateí, que atende hoje a Linha 10-Turquesa da CPTM e, a partir do ano que vem, a Linha 2-Verde do Metrô.

As duas prefeituras, em conjunto com a STM, vão elaborar os estudos técnicos de viabilidade e o projeto funcional. Na última sexta-feira, dia 18, o Ministério das Cidades liberou recursos da ordem de R$ 27,6 milhões para a elaboração do projeto básico do Metrô Leve. O Metrô de São Paulo ficará responsável pela contratação do projeto básico e receberá os recursos através da CBTU. Caberá ao Metrô também a elaboração dos estudos ambientais e os procedimentos de licenciamento na Secretaria Estadual de Meio Ambiente.

A obra será realizada pelo Estado e atenderá as cidades de São Bernardo do Campo e São Caetano, tendo como ponto de conexão a Estação Tamanduateí, que a partir do ano que vem integrará Metrô e CPTM. O projeto funcional é que definirá a tecnologia mais adequada.

O governo do Estado de São Paulo investe maciçamente na área de transportes, desde que assumiu em 2007, porque sabe da importância que o cidadão dá para os seus deslocamentos, seja para o trabalho, estudo ou lazer. Prova disso são os investimentos no Plano de Expansão que hoje já alcançam R$ 21 bilhões. Agora o Governo dá mais um passo para melhorar o transporte na região do ABC.

Atualmente, a CPTM está ampliando a estação Tamanduateí, na Linha 10-Turquesa (Luz-Rio Grande da Serra), para integrá-la à estação homônima do Metrô que está em construção, pelo plano de ampliação da Linha 2-Verde (Vila Madalena-Vila Prudente).